Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium.
A mediunidade, faculdade que é inerente ao homem, não constitui, portanto, um privilégio exclusivo; por isso mesmo, raras são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos. Assim, Allan Kardec definiu a mediunidade em O Livro dos Médiuns ou Guia dos médiuns e dos evocadores.

Embora essa faculdade acompanhe o homem desde os primórdios, a ciência espírita foi a única que se propôs a estudá-la a partir da segunda metade do século XIX.

E hoje? Como estão os estudos dessa área?
As casas espíritas estão realmente prontas para acolher e trabalhar a mediunidade em favor do avanço do conhecimento espírita? Ou simplesmente tem direcionado os trabalhos mediúnicos apenas para a desobsessão?
O movimento espírita brasileiro realmente segue Kardec ao falar de mediunidade?
É o que vamos ver no episódio de hoje…

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