Allan Kardec definiu a PSICOGRAFIA como sendo a transmissão do pensamento dos Espíritos por meio da escrita pela mão de um médium.
Este método revolucionário substituiu de maneira bastante satisfatória o primitivo e trabalhoso código de pancadas das mesas girantes, se tornando uma evolução natural das pranchas e lápis atravessados no fundo de cestas de vime.
Porém, uma coisa não mudou ao longo destes quase dois séculos de experiências com o além: a inevitável presença dos médiuns – pessoas dotadas de aptidões especiais, capazes de servir como intermediários entre o nosso mundo e o mundo invisível, o que nos leva a uma série de questionamentos: 
• O que a ciência tem a dizer sobre o fenômeno mediúnico?
• Aqueles que já se foram realmente poderiam se comunicar com os seus entes queridos?
• Seriam os médiuns autênticos instrumentos dos pensamentos dos espíritos ou tudo não passaria de um embuste?
No episódio de hoje analisaremos os resultados trazidos pelo mais recente estudo sobre a psicografia realizado pelo NUPES-Núcleo de Pesquisa em Espiritualidade e Saúde da Universidade Federal de Juiz de Fora-MG. 

Para conhecer mais sobre outros trabalhos do Nupes, visite https://www.ufjf.br/nupes/

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