Entre a música erudita e a MPB. O RAP, o funk, a poesia. A pintura impressionista e o grafite. A ópera, o teatro, a novela, a escola de samba e o clipe, a arte parece refletir e transbordar vivacidade, paixão e polêmica. No movimento espírita brasileiro, ideias como “teatro espírita” e “música espírita” nunca deixaram de aparecer entre os adeptos.

Mas, afinal, a arte deveria ser de interesse dos espíritas?

A arte dos espíritas pode ou deve ser espírita?

Como o espiritismo pode fecundar e ser fecundado pelas relações entre arte e educação?

Para conversar conosco sobre esse assunto, convidamos Priscila Azeredo, professora, fundadora da OPA-Oficina de Palhaçaria Anália Franco, criada em 2012 no Grupo Espírita Anália Franco (GEAF), no bairro carioca do Irajá.

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